Assim nos diz o "Livro do Ritual":
"As meninas, a partir dos dez anos não sairão de casa. Aprenderão a obediência e as graças femininas; aprenderão a trabalhar com cânhamo e linho e a cuidar dos casulos do bicho-da-seda., cosendo a roupa, fazendo cintos e cordões; aprenderão as cerimônias dos sacri-fícios; terão a seu cargo molhos e vinhos, cereais, frutas, achares e carnes".
São simples e fáceis as obrigações da mulher e, mesmo assim, não deixa a preguiça e a ociosidade de a espreitar.
A mulher, que não cumpre os seus deveres, é causadora de confusão e destruição, na Terra.
O Imperador e a Imperatriz assemelham-se ao Sol e a Lua, ao elemento masculino e feminino: Se concordam e vivem em paz e harmonia, o Império gozará perfeita tranqüilidade.
O Imperador, regulando o governo e o resto de seus súbditos, serve de exemplo aos pais; a Imperatriz, impondo as regras do harém, é modelo, que deve ser seguido pelas mães.
Assim, o Imperador e a Imperatriz são chamados o Pai e a Mãe do Povo.
Uma jóia, não lapidada, não serve para ornamento, como um homem inculto não pode saber doutrina.
Apesar de uma mesa estar coberta das melhores iguarias, nós não conheceremos os sabores destas, se as não provarmos.
Apesar da doutrina ser perfeita, o seu valor será desconhecido, se não a estudarmos e praticarmos.

